Nada Inédito

sábado, 5 de janeiro de 2008

Famosas, ricas e suicidas.

As celebridades são sempre ótimos exemplos. Elas são o espelho da sociedade. Vemos como são felizes. Elas aparecem nos jornais, nas revistas, da TV, na internet, sempre nas maiores festas, esbanjando felicidade.

Mas é claro que para ser tão felizes são necessárias algumas gramas de cocaína, maconha, muita bebida e sexo selvagem. Esse é o ideal de vida e felicidade de todos nós. Espelhados nos exemplares ídolos.

São um sucesso nos relacionamentos. Alguns conseguem ficar casados por até mais de um ano. Isso é fantástico. E são tão felizes e realizados que alguns meses por ano em clínicas de desintoxicação, ou na cadeia mesmo, já são suficientes para colocar as coisas em ordem.

Alguns passam a ter uma vida normal, longe da badalação. Constituem família, e têm uma vida mais regrada e discreta. Os outros se matam.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Primeiras impressoes sobre um pais falido

Estoy a ca, na Argentina. Meu segundo dia no pais e ja tenho as primeiras impressoes. Na verdade, a primeira e que o pais ta falido. Quem me disse isso foi o taxista ontem. Falou que a eles falta "la plata". E, a nos brasileiros tambem. Mas somos sub, nao e mesmo?
O espanhol, ou melhor, o castelhano nao me assustou muito. Entendi bem. O problema e falar. A lingua trava, sabe?
A cidade de Buenos Aires me pareceu bem grande. O taxista me disse que sao 6 milhoes de habitantes vivendo na capital e 45 mil taxistas. Resultado: os taxis sao baratos, mas dificilmente se acha um vazio.
Achei as pessoas simpaticas. Todos querem saber de onde sou e o que venho fazer aqui numa epoca tao ruim. Ruim porque hoje aqui fez 35 graus e a umidade relativa estava em 70%. Suei em bicas o dia todo.
Estou "morando" numa residencia estudantil. A dona e arquiteta e tem 63 anos e e casada com um senhor de sei la, uns 119. Ele parece uma caricatura. O jeito de andar e de se vestir dizem muito sobre ele. Mas sao simpaticos e quase nao ficam com a gente. Somos 6 estudantes ao todo. Ja fiz duas amizades com umas brasileiras super simpaticas de Natal/RN.
Ontem foram passar o reveillon com a familia, como e tradicao aqui. Eu, que tava achando que estava com a noite perdida, acabei indo para uma festa bombante com mais nove pessoas. Claro que mais da metade era brasileiro. E tinha tambem dois israelenses e um deles falou algo muito sabio: "em Buenos Aires voce anda no seu proprio lixo". A cidade e bem suja. Parece SP, so que pior.
A festa foi otima, saimos as cinco da manha e pessoas ainda estavam chegando. Eu estou ficando velha, meu corpo ja nao aguenta tanta extravagancia, mas se eu conseguisse, ficaria ate o nascer do sol.
Sabe uma curiosidade? Apesar do real estar valendo mais do que o peso, estou achando tudo caro. Hoje uma agua e um cafe (bendito seja) custaram 5 pesos. Paguei injuriada.
A vantagem e que o calor me irrita e acabo nao tendo fome. Isso vira economia de dinheiro e de calorias. Hehehe!
As amigas do nordeste sairam agora, mas eu preferi ficar. Amanha tenho a tal prova pra saber em que nivel de espanhol eu estou. Haja paciencia!
Desculpe a falta de acentos. Feliz año nuevo!

ZeLador, de noticias. Estou relamente preocupada com voce.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Então é Natal...


Confesso que já gostei de Natal. Esperava ansiosa essa época do ano, achava o máximo montar árvore, escrever cartões e esperar os presentes que com certeza viriam.
Hoje em dia acho um saco! Participo de amigo-oculto porque é tradição. Compro presente só para os afilhados... e tenho pavor de ver o povo desesperado na rua, fazendo compras ao som de jingle bell. As vendedoras, que nessa época do ano trabalham até dez da noite, se fingem de simpática quando o que mais querem é te matar.
A festa perdeu o sentido. Quantas pessoas sabem como surgiu esse Papai Noel branco e vermelho? Ou sabem o que realmente a festa celebra?
Ah não... tá tudo errado.
Por isso aderi ao Garotos Podres:

"(...) Aqui não existe natal
Aqui não existe natal
Aqui não existe natal
Aqui não existe natal

Por que?

Papai noel filho da puta
Rejeita os miseráveis
Eu quero mata-lo
Aquele porco capitalista
Presenteia os ricos
E cospe nos pobres
Presenteia os ricos"

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Lisboa: Eu não te amo

Gostaria de fazer um concurso chamado Lisboa eu não tem amo. Um grupo de pessoas que já moraram lá deveria mostrar através de um vídeo, um vídeo que justifique o título Fo concurso. E o meu filme? Como eu faria? Quero pensar numa história. Tenho tantas. Mas gostaria de uma que simbolizasse os vários motivos. Porém, eu seria capaz de fazer um, ou vários vídeos, com a temática invertida. Tenho motivos bacanas e ótimas lembranças desse lugar. Eu morei lá. Paguei aluguel, fiz compras no supermercado, enfrentei filas, muitas filas, sem trocadilhos, peguei metro, autocarros, elétricos, comboios, táxi e até barco. Enfim, tive uma vida. Vou pensar numa história.

Paris, je t'aime


Ontem assisti ao tão comentado filme. E gostei mais até do que imaginava.
O filme surgiu de um desafio proposto a 21 diretores do mundo todo: falar sobre o amor em Paris. Cada um fez um curta de 8 minutos falando sobre diferentes formas do sentimento.
Muitos cumpriram brilhantemente o desafio, mas outros, na minha opinião, deixaram a desejar.
Alguns diretores conseguiram tranpor para a tela algumas peculiaridades da capital francesa como a dica de não encarar pessoas no metrô, o culto deles pela beleza, o fato deles não gostarem de ouvir outras línguas que não a sua própria e até o casamento de um mímico com uma mímica, que não conseguem ser aceitos pela sociedade.
O meu favorito foi, sem dúvida, “14th Arrondissement”, em que uma americana descreve para a sua turma de francês, num sotaque horrendo, a sua viagem de 6 dias pela cidade. Talvez eu tenha me identificado com ela, passeando sozinha pelas ruas de Paris e esperando que algo de grandioso acontecesse, porque a cidade tem um clima diferente, e nos causa mesmo um sentimento de alegria e tristeza, simultaneamente.
O melhor de tudo, foi, mesmo que à distância, rever Paris, suas ruas, seus distritos, seus tão famosos pontos turísticos...
Apesar de não ser uma diretora de cinema, eu confesso:
Paris, te amo!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

O ano acabou...


Ao menos pra mim, 2007 já é página virada.
Não quero escrever um post nostálgico nem nada, mas hoje fiquei pensando no que fiz, no que vi e no que deixei de fazer nesse ano que se encerra.
Viajei bastante, mas pra lugares conhecidos. Ouvi muita música boa e me obrigaram a ouvir muita música ruim (qual é o problema das pessoas que gostam de funk e congêneres?)
Estudei muito pouco e trabalhei muito...
Resultado: os professores me acham malandra e o meu chefe me acha o máximo.
Assumi a função de dona de casa da minha casa. Sei preço de tudo no supermercado e converso com as outras "donas" na fila. Um dos caixas já me chama pelo nome.
Fiquei bastante com os meus pais, talvez até mais do que deveria.
Emagreci 12 quilos e nas duas últimas semanas engordei 2.
Gastei muito dinheiro e não economizei nada.
Fiz novos amigos. Continuei amiga dos velhos... mesmo que a distância.
Fui bastante ao cinema. Na maioria das vezes, sozinha. Descobri o prazer de passar algumas tardes sem ser incomodada por ninguém.
Poderia ter feito mais e melhor... mas é isso.
Como diria o ZéLador, "que seja melhor que ontem e pior que amanhã".
O amanhã já tá aí... resta saber o que vamos fazer com ele.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Bunda, pernas, barrigas e peitos de famosas

Alguns mal informados falam que brasileiro é alienado. Choramingam que brasileiro não tem nada pra fazer, que é noveleiro, fica preocupado com vida alheia, entre outras coisas. Bom, isso tudo que eu falei é verdade. Mas não é só o Brasileiro. O mundo é assim. As pessoas são assim. O ser humano moderno, e o antigo, se tivesse TV a cabo e internet a 2000 mil anos, enfim, essa é a natureza, lamentável, mas é a verdade. São todos vazios e superficiais.

Já a alguns anos os paparazzi têm explorado essa fraqueza humana. Se é que é o termo mais correto. Supostamente até mataram a princesa DayAna em uma perseguição. De uns 2 anos pra cá está muito comum achar famosas sem calcinha, com mamilos escapando, ops, foi sem querer querendo. Mas não era ai que eu queria chegar.

O que me fez escrever isso é o seguinte questionamento. Essas Deusas, essas modelos de beleza são tão belas assim? Seria muita maquiagem? Muitos truques? Muitas dublês de corpo? As fotos que vemos diariamente nos sites que pegam as famosas nas praias, nas ruas, nas festas, mostram que eles necessitam de vários recursos para maquiar a real aparêcia. Celulites, peitos caídos, gorduras extras, além é claro, um comportamento digno de prostitutas no cio, mostram que as estrelas caíram. São anjos caídos e fracos. Drogadas e prostituídas, além de corpos nada perfeitos vão tirando o brilho que só existia na nossa imaginação.

E a cada dia, Hayden Panettiere. Vanessa Minnillo, Jennifer Love Hewitt, Britney Spears, Lindsay Lohan, Sienna Miller, Anna Kournikova, Natalie Portman que além de drogadas, bêbadas, vazias e superficiais, nem pra ser realmente gostosas estão servindo. Mais comuns serão as manchetes de nossas manhas matérias com palavras como Nude Full Frontal, Boob Pictures, Bikini, Pussy Pictures, Topless... lamentável. E esses são os exemplos. Esse é o exmplo que as jovens seguem. E eu ainda esqueci da grande prostituta, Paris Hilton. Mundo sujo e cheio de photoshop.

Lembrando que as fotos ai são da Jennifer Love, meu ex-grande amor do passado distante. Depois daquela foto de costas ai de cima, deu pra saber o que ela anda fazendo nos verões passados. Cuidar do corpinho que não é.

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